Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Crítica ao Editorial dO Globo Sobre a Exploração do Tema Energia Elétrica por Dilma Rousseff


Dilma erra ao explorar energia como tema político (Editorial)

O Globo

A redução do custo da energia elétrica, especialmente para o setor produtivo, é bem-vinda, pois a população como um todo se beneficiará à medida que as empresas ganhem mais competitividade.

Não faz sentido que esse custo tenha permanecido entre os mais elevados do mundo, tendo o Brasil uma matriz de base hídrica, renovável, e com manutenção relativamente barata.

O consumidor brasileiro de energia elétrica financiou por décadas vários programas, sejam sociais ou relacionados a novos investimentos do setor. Estava mais que na hora de reduzir esses encargos.

O que não é correto é o governo ter transformado a questão da energia, tão séria e delicada para o país, em tema de exploração política.

Desde as eleições gerais de 2002, ocorre esse tipo de exploração, pois o PT fez do racionamento um dos seus principais cavalos de batalha, atribuindo à administração Fernando Henrique Cardoso inteira responsabilidade pelo que tinha acontecido (embora a mobilização da sociedade para evitar consequências mais drásticas de uma eventual escassez de energia elétrica possa ser apontada como uma das iniciativas mais positivas do governo FH ao fim de seu mandato).

Agora, o governo Dilma esteve próximo de provar o mesmo veneno. O lado negativo de ser uma matriz calcada em base hídrica é que, se as chuvas não veem nas quantidades, nos lugares certos e no tempo usualmente esperado, o sistema começa a entrar em risco.

Para que se possa reduzir esse risco, mas sem anulá-lo completamente, o país deve ter também uma parte de sua matriz em base térmica, que pode ser acionada independentemente do regime de chuvas.

Opinião dO Cachete:
"O que não é correto é o governo ter transformado a questão da energia, tão séria e delicada para o país, em tema de exploração política."

Prezados globais, quando existia a remota possibilidade de faltar energia elétrica por falta de chuvas  vocês usaram esta possibilidade diuturnamente em seus jornais... Quando o jogo se inverte, fica proibido o uso??? Onde fica a isonomia de regras??? O PSDB pode, o PT não pode.... 

"Desde as eleições gerais de 2002, ocorre esse tipo de exploração, pois o PT fez do racionamento um dos seus principais cavalos de batalha, atribuindo à administração Fernando Henrique Cardoso inteira responsabilidade pelo que tinha acontecido (embora a mobilização da sociedade para evitar consequências mais drásticas de uma eventual escassez de energia elétrica possa ser apontada como uma das iniciativas mais positivas do governo FH ao fim de seu mandato)."

Sofisma!!! Uma das coisas mais ridículas que eu li na minha longa vida de leitor e blogueiro... O apagão de Fernando Henrique foi bom por que mobilizou a sociedade???? Não foi mobilização!!! Ou economizava ou era punido com o corte!!! E se não foi responsabilidade dele, foi de quem??? Dona Mariinha, minha mãe??? Não! Não foi dela... Com toda certeza!!!!

Um comentário:

Natale disse...

Redução nas tarifas de energia elétrica.

O poste deu um choque de realidade. "Neste novo Brasil, aqueles que são sempre do contra estão ficando para trás, pois nosso país avança sem retrocessos, em meio a um mundo cheio de dificuldades. (...)

Restaurante popular da Dilma informa… prato do dia. Assado de PIG, eletrocutado em 220 Volts. Acompanha guisado de Tucano refogado em Corrente Alternada.
Como diria a Tieta do Agreste, este prato, deve dar “uma dor de barriga da molesta”

Assista o Diretor de Infraestrutura da Fiesp-Carlos Cavalcanti: Energia que vale R$ 6,80 custa R$ 96 reais ao consumidor, neste link: http://www.viomundo.com.br/denuncias/carlos-cavalcanti-de-r-680-por-r-96-reais.html

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)