Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

E-mail Recebido de um Amigo Militar que Sempre me Enche o Saco com Estes Tipos de E-mails


"E agora a pergunta que vale 10 pontos!!!!

Noventa policiais mortos em SP nos últimos meses. 
Por onde andará a Sinistra da secretinaria especial dos Direitos dus Manos que ainda não mostrou a caratonha, não fez discursos inflamados e cheios de ideologia burra, e nem bateu com o costado em SP para se solidarizar com as famílias dos policiais que morreram? 
Ou será que a Sinistra PTralhuda e histérica só conhece direitos humanos quando é para vagabundo e "cumpanhêro"?"

Resposta dO Cachete:
Se o Governo do Estado de São Paulo não tem competência para segurar o PCC, qual a responsabilidade da Ministra Maria do Rosário??? O Governo do Estado de São Paulo não possui uma Secretaria de Assistência Social às famílias dos policiais assassinados??? Observa-se que a maioria dos policiais  assassinados estava fora de serviço e fazendo bico para complementar a sua renda familiar... Por que não discutir salário da Polícia Militar Paulista, então??? Sacanagem total!!!!

O PCC é a Falência do PSDB em São Paulo

Esclarecedor!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

sábado, 24 de novembro de 2012

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Jorge Kajuru Também Bebeu da Água de Cachoeira

Cai mais um bastião da moral...

Conversa entre Carlinhos Cachoeira e o Vereado pelo PSOL Elias Vaz

ELIAS VAZ

Companheiro

CARLINHOS CACHOEIRA

O, Elias, tudo bom ?

ELIAS VAZ

Beleza

CARLINHOS CACHOEIRA

Vou pedir uma ajuda pra você ai…

Aquele negócio do Kajuru… fala pra ele lá que não dá mais não…

Eu estou cheio de conta ai…

ELIAS VAZ

Ta bom, eu vou falar com ele

CARLINHOS CACHOEIRA

Você diz pra ele ?

Assim que eu desafogar, volto a ajuda-lo…

Ricardo Lewandowsky Agradece o Apoio

Parabéns, Ministro!

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Direitos Humanos Para Humanos Direitos

O Almeidinha, ativista virtual
e cidadão de bem.
Almeidinha era o sujeito inventado pelos amigos de faculdade para personalizar tudo o que não queríamos nos transformar ao longo dos anos. A projeção era a de um cidadão médio: resmungão em casa, satisfeito com o emprego na “firma” e à espera da aposentadoria para poder tomar banho, colocar pijama às quatro da tarde, assistir ao Datena e reclamar da janta preparada pela esposa. O Almeidinha é aquele sujeito capaz de rir de qualquer piada de português, negro, gay e loira. Que guarda revistas pornográficas no armário, baba nas pernas da vizinha desquitada (é assim que ele fala) mas implica quando a filha coloca um vestido mais curto. Que não perde a chance de dizer o quanto a esposa (ele chama de “patroa”) engordou desde o casamento.

O Almeidinha, para nosso espanto, está hoje em toda parte. Multiplicou-se em proporção geométrica e, com os anos, se modernizou. O sujeito que montava no carro no fim de semana e levava a família para ir ao jardim zoológico dar pipoca aos macacos (apesar das placas de proibição) sucumbiu ao sinal dos tempos e aderiu à internet. Virou um militante das correntes de e-mail com alertas sobre o perigo comunista, as contas no exterior do ex-presidente, os planos do Congresso para acabar com o 13º salário. Depois foi para o Orkut. Depois para o Facebook. Ali encontrou os amigos da firma que todos os dias o lembram dos perigos de se viver num mundo sem valores familiares. O Almeidinha presta serviços humanitários ao compartilhar alarmes sobre privacidade na rede, homenagens a pessoas doentes e fotos de crianças deformadas. O Almeidinha também distribui bons dias aos amigos com piadas sobre o Verdão (“estude para o vestibular porque vai cair…hihihii”) e mensagens motivacionais. A favorita é aquela sobre amar as pessoas como se não houvesse amanhã, que ele jura ser do Cazuza mas chegou a ele como Caio Fernandes (sic) Abreu.

O Almeidinha gosta também de se posicionar sobre os assuntos que causam comoção. Para ele, a atual onda de violência em São Paulo só acontece porque os pobres, para ele potenciais criminosos (seja assassino ou ladrão de galinha) têm direitos demais. O Almeidinha tem um lema: “Direitos Humanos para Humanos Direitos”. Aliás, é ouvir essa expressão, que ele não sabe definir muito bem, e o Almeidinha boa praça e inofensivo da vizinhança se transforma. “Lógica da criminalidade”, “superlotação de presídios”, “sindicato do crime”, “enfrentamento”, “uso excessivo da força”, para ele, é conversa de intelectual. E se tem uma coisa que o Almeidinha detesta mais que o Lula ou o Mano Menezes (sempre nesta ordem) é intelectual. O Almeidinha tem pavor. Tivesse duas bombas eram dois endereços certos: a favela e a USP. A favela porque ele acredita no governador Sergio Cabral quando ele fala em fábrica de marginais. A USP porque está cansado de trabalhar para pagar a conta de gente que não tem nada a fazer a não ser promover greves, invasões, protestos e espalhar palavras difíceis. O Almeidinha vota no primeiro candidato que propuser esterilizar a fábrica de marginal e a construção de um estacionamento no lugar da universidade pública.

Uma metralhadora na mão do Almeidinha e não sobraria vagabundo na Terra. (O Almeidinha até fala baixo para não ser repreendido pela “patroa”, mas se alguém falar ao ouvido dele que “Hitler não estava assim tão errado” ganha um amigo para o resto da vida).

A cólera, que o fazia acordar condenando o mundo pela manhã, está agora controlada graças aos remédios. O Almeidinha evoluiu muito desde então. Embora desconfiado, o Almeidinha anda numas, por exemplo, de que agora as coisas estão entrando nos eixos porque os políticos – para ele a representação de tudo o que o impediu de ter uma casa na praia – estão indo para a cadeia. Ele não entende uma palavra do que diz o tal do Joaquim Barbosa, mas já reservou espaço para um pôster do ministro do Supremo ao lado do cartaz do Luciano Huck (“cara bom, ajuda as pessoas”) e do Rafinha Bastos (“ele sim tem coragem de falar a verdade”). O Almeidinha não teve colegas negros na escola nem na faculdade, mas ele acha que o exemplo de Barbosa e do presidente Barack Obama é prova inequívoca de que o sistema de cotas é uma medida populista. É o que dizia o “meme” que ele espalhou no Facebook com o argumento de que, na escravidão, o tráfico de escravos tinha participação dos africanos. Por isso, quando o assunto encrespa, ele costuma recorrer ao “nada contra, até tenho amigos de cor (é assim que ele fala), mas muitos deles têm preconceitos contra eles mesmos”.

O Almeidinha costuma repetir também que os pobres é que não se ajudam. Vê o caso da empregada, que achou pouco ganhar vinte reais por dia para lavar suas cuecas e preferiu voltar a estudar. Culpa do Bolsa Família, ele diz, esse instrumento eleitoral que leva todos os nordestinos, descendentes de nordestinos e simpatizantes de nordestinos a votar com medo de perder a boquinha. Em tempo: o filho do Almeidinha tem quase 30 anos e nunca trabalhou. Falta de oportunidade, diz o Almeidinha, só porque o filho não tem pistolão. Vagabundo é outra coisa. Outra cor. Como o pai, o filho do Almeidinha detesta qualquer tipo de bolsa governamental. A bolsa-gasolina que recebe do pai, garante, é outra coisa. Não mexe com recurso público. (O Almeidinha não conta pra ninguém, mas liga todo dia, duas vezes por dia, para o primo de um conhecido instalado na prefeitura para saber se não tem uma boca de assessor para o filho em algum gabinete).

O filho do Almeidinha também é ativista virtual. Curte PlayStation, as sacadas do Willy Wonka, frases sobre erros de gramática do Enem, frases sobre o frio, sobre o que comer no almoço e sobre as bebedeiras com os moleques no fim de semana (segue a página de oito marcas de cerveja). Compartilha vídeos de propagandas de carro e fotos de mulheres barrigudas e sem dentes na praia. Riu até doer a barriga com a página das barangas. Detesta política – ele não passa um dia sem lembrar a eleição do Tiririca para dizer que só tem palhaço em Brasília. E se sente vingado toda vez que alguém do CQC faz “lero-lero” na frente do Congresso. Acha todos eles uns caras fodásticos (é assim que ele fala). Talvez até mais que o Arnaldo Jabor. Pensa em votar com nariz de palhaço na próxima eleição (pensa em fazer isso até que o voto deixe de ser obrigatório e ele possa aproveitar o domingo no videogame). Até lá, vai seguir destruindo placas e cavaletes que atrapalham suas andanças pela cidade.

Como o pai, o filho do Almeidinha tem respostas e certezas para tudo. Não viveu na ditadura, mas morre de saudade dos tempos em que as coisas funcionavam. Espera ansioso um plebiscito para introduzir de vez a pena de morte (a única solução para a malandragem) e reduzir a maioridade penal até o dia em que se poderá levar bebês de oito meses para a cadeia. Quer um plebiscito também para acabar com a Marcha das Vadias. O que é bonito, para ele, é para se ver. E se tocar. E ninguém ouve cantada se não provoca (a favorita dele é “hoje não é seu aniversário mas você está de parabéns, sua linda”. Fala isso com os amigos e sai em disparada no carro do pai. O filho do Almeidinha era “O” zoão da turma na facul).

Pai e filho estão cada vez mais parecidos. O pai já joga Playstation e o menino de 30 anos já fala sobre a decadência dos costumes. Para tudo têm uma sentença: “Ê, Brasil”. Almeidinha pai e Almeidinha filho têm admiração similar ao estilo civilizado de vida europeu. Não passam um dia sem dizer que a vida, deles e da humanidade em geral, seria melhor se o país fosse dividido entre o Brasil do Sul e o Brasil do Norte. Quando esse dia chegar, garantem, o Brasil enfim será o país do presente e não do futuro. Um país à imagem e semelhança de um Almeidinha.

Matheus Pichonelli - Carta Capital

A CBN e a CPI do Cachoeira: O Reverso da Medalha Não Vale!

Dois Pesos, Duas Medidas...
CBN: A Rádio que "Troca" a Notícia!

"A CPI do Cachoeira nasceu com o foco errado..." Como assim? A CPI do cachoeira deveria focar em Marcos Valério? Faustão? Pikachu???

Ah, vá à m... Deixa para lá...

Uma Pequena História Sobre a Faixa de Gaza

E a história sempre se repete...
E, no final, a conta não bate...

domingo, 18 de novembro de 2012

STF: Há um Golpe em Curso!



Esqueçam o STF. 
Esqueçam se a Visanet não é fonte de dinheiro público.
Esqueçam se a AP470 foi agendada "oportunamente" para acontecer durante a campanha eleitoral de 2012.

São apenas mais pontas no GOLPE EM CURSO para desmoralizar o PARTIDO DOS TRABALHADORES e os governos democráticos e populares de Lula e Dilma.

A farsa foi montada à partir da armadilha que caímos ao utilizar o esquemão do CAIXA2 dos Dantas, Andrades e outros escroques a serviço da direita, que DESDE SEMPRE se utilizaram do expediente, exercendo ABUSO DO PODER ECONÔMICO para poder se manter no poder.

O script da imprensa foi montado em um encontro no dia 8/03/2010 no Instituto Millenium e está sendo seguido à risca.

Os senhores ministros do Supremo apenas servem de CAPACHO para legitimar a FARSA que contou com o apoio esperto do antigo integrante da tropa de choque de Collor, Roberto Jefferson, que precisava tirar do caminho o obstáculo chamado José Dirceu, depois de ser pego em 2002 no vídeo do Cachoeira, recebendo através do Maurício Marinho a propina de R$ 3.000,00 do escroque e contraventor, editor chefe não oficial da revistinha semanal da Abril.

Autor Desconhecido

Procurando um Esparadrapo do Calcanhar da Miss Brasil.

Apesar dos rancores e pessimismos dessa mídia especializada em separar o joio do trigo e jogar fora o trigo, o Brasil vai muito bem, obrigado! A velha causa da oposição, o neoliberalismo, está quebrando a Europa e deixou os Estados Unidos com aquele sorriso amarelo.


Claro que essas dificuldades trazem alguns problemas para nós, vão comprar menos de nós, mas não é aquele pânico que alardeavam. O Lula tinha razão, aqui viraria marolinha. Foi muito criticado por isso e não foi elogiado depois...
Mas grande parte dos brasileiros ainda está impregnado com aquele velho Brasil servil, sempre submisso, lacaio.
Aquele pais do futuro chegou.
Eu trabalho com comunicação há 50 anos, sei como se fabricam notícias e que todos os veículos estão comprometidos com alguns interesses políticos e empresariais. Eles jamais vão pedir desculpas pelas burradas que publicaram e que publicam. Procure evitá-los ou dando gargalhadas como eu faço nas poucas vezes que leio, ouço ou assisto.
Eles vão continuar procurando um esparadrapo no calcanhar da miss Brasil e não vão apreciar o todo.

Do Blog Sr.Com

sábado, 17 de novembro de 2012

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

E o Lewandowsky Tinha Razão...



Em entrevista à Folha de São Paulo, o autor da Teoria do Domínio do Fato Claus Roxin,  assim falou...

O jurista alemão Claus Roxin, 81, em seminário na EMERJ, no Rio de Janeiro
"Quem ocupa posição de comando
tem que ter, de fato, emitido a ordem.
E isso deve ser provado"
É possível usar a teoria para fundamentar a condenação de um acusado supondo sua participação apenas pelo fato de sua posição hierárquica?
Não, em absoluto. A pessoa que ocupa a posição no topo de uma organização tem também que ter comandado esse fato, emitido uma ordem. Isso seria um mau uso.

O dever de conhecer os atos de um subordinado não implica em co-responsabilidade?
A posição hierárquica não fundamenta, sob nenhuma circunstância, o domínio do fato. O mero ter que saber não basta. Essa construção ["dever de saber"] é do direito anglo-saxão e não a considero correta. No caso do Fujimori, por exemplo, foi importante ter provas de que ele controlou os sequestros e homicídios realizados.

A opinião pública pede punições severas no mensalão. A pressão da opinião pública pode influenciar o juiz?
Na Alemanha temos o mesmo problema. É interessante saber que aqui também há o clamor por condenações severas, mesmo sem provas suficientes. O problema é que isso não corresponde ao direito. O juiz não tem que ficar ao lado da opinião pública.

Opinião dO Cachete:
Entendeu, STF???? Que o STF se transformou em um Tribunal Nazista não se discute. Mas, precisa ter que vir o alemão, autor da tese, ensinar isso para os senhores???

Ato em Solidariedade a Gaza

Vamos lá, gente!!

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A VEJA e o Boimate


O ano era 1983. A Revista Veja, então com 15 anos de história, cai no conto da revista inglesa New Science, que em todo 1° de abril costumava soltar notícias absurdas sobre descobertas científicas. Naquele ano, a publicação britânica noticiou a descoberta do “fruto da carne”, derivado da fusão da carne do boi e do tomate, batizado com o sugestivo nome de “boimate”.

Para a Veja, este constituiu-se, sem dúvida, no mais sensacional ” fato científico” daquele ano e assim publicou uma reportagem na sua edição de 27 de abril. Na verdade, tratou-se da maior “barriga” (notícia inverídica) da divulgação científica brasileira.

O autor da gafe foi o diretor de redação da revista na época, Eurípedes Alcântara. Inclusive, ele se tornou uma entidade mitológica no jornalismo brasileiro. Ele ficou tão empolgado com a matéria que nem percebeu as pistas que a New Science colocou no texto. Além da idéia já inicialmente absurda, a revista disse que a descoberta havia sido feita pelo Dr. McDonald’s (referência a lanchonete) na Universidade de Hamburgo, Hamburguer em inglês.

Com o texto original nas mãos, Eurípides convocou o correspondente da Veja na Alemanha para repercutir junto a comunidade científica. Sabendo da tamanha bobagem, ele não aceitou trabalhar nesta matéria e acabou sobrando para um repórter entrevistar um engenheiro genético da USP, Ricardo Brentani. No primeiro contato do repórter, o cientista disse ser impossível tal experiência. Com a pauta nas mãos e precisando de uma boa declaração, o repórter insistiu mudando a pergunta para “Mas suponhamos que…”. O geneticista caiu e estava aí a maior barriga do jornalismo científico apoiada por alguém da USP.

Dentre os absurdos da matéria, que você pode ler na íntegra abaixo, o seguinte trecho: “a experiência dos pesquisadores alemães, porém, permite sonhar com um tomate do qual já se colha algo parecido com um filé ao molho de tomate. E abre uma nova fronteira científica”.

A descoberta do engano foi feita pelo jornal O Estado de S. Paulo que, após esperar inutilmente pelo desmentido, resolveu ” botar a boca no mundo” no dia 26 de junho.

Finalmente, com o objetivo de pôr fim ao caso que já divertia as redações, a Veja publicou, na edição de 6 de julho, ou seja, depois de dois meses, o desmentido: ” tratou-se de lastimável equívoco”. E justificou-se, explicando que é costume da imprensa inglesa fazer isso no dia 1º de abril e que, desta vez, havia cabido à revista entrar no jogo, exatamente no ” seu lado mais desconfortável”.

Na edição comemorativa de 30 anos, a Veja publicou uma pequena nota sobre o caso, leia aqui.

Confira a matéria na íntegra em um scan da revista original publicado no blog do Nassif. Detalhe especial para o lide: “Familiarizados com as delicadas estruturas da células…”



Agora destaque para o infográfico da Veja. Além do absurdo, vale a pena para ver como era feito sem o auxílio de computadores.


Aqui segue uma carta do leitor publicada na edição seguinte a do Boimate. Hilário!


Fonte: Gafes da Imprensa

Opinião dO Cachete:
A VEJA continua com suas ficções e ainda continuam aparecendo leitores (No caso, um certo Chico Bento!) que acreditam nas suas bobagens... O tempo passa e nada muda!

Marvel Lança Nova X-Men: Shark Girl. Pernambucaníssima!!!


Mais uma heroína pernambucana!!!
Honra e Glória para as mulheres de Tejucupapo!!

terça-feira, 13 de novembro de 2012

domingo, 11 de novembro de 2012

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O Hospital Osvaldo Cruz Pede Socorro!

video
Alô, Governador Eduardo Campos!!!
As Eleições Municipais acabaram. Geraldo Júlio ganhou!
Vamos começar a trabalhar???

Raimundo Pereira: "O Mensalão Não Existiu!"


Segundo o supervisor editorial da revista Retrato do Brasil, Raimundo Pereira, a grande mídia e a oposição querem atacar o PT por causa dos avanços que o partido promoveu no país.
Revista Retrato do Brasil

domingo, 4 de novembro de 2012

VEJA: O Cúmulo da Cara de Pau

O que mais dizer desta revista???

Golpe: Um Alerta Vindo da Caserna



Prezado Eduardo Guimarães,

É um grande prazer em contactar consigo novamente. É dispiciendo reafirmar o meu respeito por sua pessoa e suas posições enquanto militante da blogosfera. Espero ser recíproco esse respeito, dadas as nossas interlocuções, já de alguma data.

A respeito de suas postagens em seu prestigioso blog Cidadania, em especial as duas últimas, considero ser necessário algumas colocações sobre as considerações ali contidas. Ressalto que falo apenas em meu nome, não me cabendo externar nenhuma posição em nome da Força. Falo como cidadão brasileiro, pois o fato de ser um oficial de Infantaria não me restringe os direitos de cidadão; ao contrário, às vezes, de forma equivocada, até hiperboliza esses direitos.

Um filósofo disse certa vez, que o homem é ele e suas circustâncias. Plenamente de acordo. E as circustâncias da realidade sócio-política do Brasil, de agora, caro Eduardo, são de apreensão quanto ao futuro de nossa novel democracia. Apreensão que se justifica ao ler suas arrazoadas análises.

Embora concordando com suas acuradas análises sobre o quadro político atual, permita-me discordar do desfecho que você propõe como possível. Um golpe que rompa o tecido democrático-institucional, em países como o Brasil, só é possível com o apoio do aparato militar. Mesmo em Honduras e no Paraguai, onde houve golpes heterodoxos, houve também um considerável suporte militar (em Tegucigalpa, uma guarnição militar prendeu o presidente Zelaya e o segregou). Isso nos permite várias leituras:

__ Alguns governos de esquerda/trabalhistas governam (governavam) ainda com certo ranço sectário e anti-militar (mormente no Paraguai e em Honduras);

__ Alguns governos de esquerda/trabalhistas não se preocupam em formar um sólido suporte militar, que lhes permitam neutralizar esses tentames golpistas. Apesar de profissionalizadas, as Forças Armadas, notadamente seus comandos, são compostas por agentes também políticos e, como tais, sensíveis a articulações políticas que, minimamente, atendam seus pleitos no que concerne à recuperação de sua capacidade dissuasória. A Força Armada do Brasil não está dissociada de seu povo.

No caso da realidade brasileira, vejo um segmento político-ideológico (PSDB/DEM/PPS) articular-se com parcelas consideráveis da mídia impressa/falada/televisada, para criminalizar e alijar do jogo democrático um outro agrupamento partidário (o PT), usando para isso técnicas e táticas de contra-informação, aliadas, em algumas vezes, à manipulação da informação, pura e simples.

Aí você me pergunta: onde é que essas práticas podem levá-los? Eu diria, Eduardo, que tais práticas, por mais nefandas que se possa qualificá-las não terão o condão de romper com a normalidade democrático-institucional; quando muito, podem desgastar o agrupamento oponente. E supondo que tais desgastes venham, num crescendo, para desembocar em uma subversão da ordem constitucional, para se efetivar em uma quebra dessa ordem e depor um governo legítima e constitucionalmente eleito, eles precisarão de um apoio militar efetivo. Parafraseando o general Castelo Branco, eles terão que vir aos bivaques bulir com os granadeiros…

E hoje, posso lhe afiançar, se esses segmentos políticos que namoram práticas golpistas, vierem aos quartéis, ganharão um sonoro não como resposta. O conjunto da minha Força, e creio que também da FAB e da Armada, tem muito claro as responsabilidades de nossas missões primordiais: garantir a soberania do território nacional, garantir e manter a integridade de nosso tecido democrático-institucional e evitar a deposição de um governo constitucionalmente eleito, fora das soluções prescritas pela Constituição da República. O que exceder a isso será considerado por nós como golpe contra o ordenamento constitucional vigente. E como golpe será tratado.

Quanto ao resto, o jogo político-eleitoral propriamente dito, que as várias forças políticas joguem o jogo, respeitem e sigam as regras. E que vença a que o povo escolher.

E não venham aos bivaques bulir com os granadeiros.

Cordialmente,

Maj. Mascarenhas Maia
Oficial de Infantaria – EB

Comentário no Blog da Cidadania de Eduardo Guimarães

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Verdades Sobre a “Confusão” na Votação de Genoino

A Band põe esse anão de jardim para fazer graça e reclama por ter levado uns empurrões!
Ele deu sorte por não ter sido pisado...

Como umas das cerca de 100 pessoas que estavam na porta da Universidade São Judas, em São Paulo, na tarde de domingo, dia 28 – portanto, testemunhas do que a imprensa está chamando de “agressão a jornalistas” durante o voto do ex-deputado federal José Genoino –, não podemos nos omitir diante da prevalência da versão mentirosa que tem circulado como real.

Não é verdade que militantes petistas discutiam com militantes do PSDB na porta da universidade. Não havia militantes do PSDB na porta, mas apenas um casal identificado com adesivo do PSDB, acompanhado de uma criança, que passou todo o tempo ao lado do Vesgo, do programa Pânico, provocando os petistas. O humorista entregava ao casal cartazes alusivos ao “mensalão” para que fossem fotografados com ele. Assim, havia forte suspeita de todos os que acompanhavam o movimento que o casal havia sido contratado para provocar. Tanto que, com exceção dele, nenhuma outra pessoa foi hostil ao grupo de mulheres do PT que lá estava e que, de fato, pelas tantas, passou a trocar ofensas e xingamentos com o casal – único momento em que a polícia foi chamada para intervir. A suspeita de que o casal estava lá para provocar ficou mais evidente quando, com a chegada de mais petistas, ele decidiu ir embora, ela justificando: “Ah, vamos embora que o homem não vai vir votar não”. Foram sob os gritos de “contratada, contratada” e reagiram rindo.

Não é verdade que, ao sair do carro, o ex-deputado José Genoino recebeu do grupo de apoiadores uma bandeira do Brasil para cobrir o rosto e não ser fotografado, como escreveu o jornal O Globo, em matéria assinada por uma jornalista não esteve no local. A bandeira foi ofertada a ele para que se enrolasse nela. Não fosse assim, não teriam sido publicadas tantas fotos dele, sempre de rosto descoberto.

Não é verdade que houve vandalismo. Antes de o ex-deputado José Genoino chegar para votar, um representante dos apoiadores dele conversou com representante da diretoria da universidade e questionou se ela desejava que a polícia fizesse uma espécie de corredor para garantir mais segurança. Ela recusou, afirmando que “Genoino era um eleitor como outro qualquer”.

Não e verdade que uma senhora que chegou para votar foi derrubada por militantes petistas, também como afirmou a imprensa. A senhora chegou (não à toa vestida de vermelho) para “apoiar e dar um abraço no Genoino”. Ela havia participado, duas semanas antes, da reunião dos amigos de 68, em que estiveram, entre outros, Genoino e Jose Dirceu. Ela caminha com o auxílio de uma bengala e, na entrada tumultuada dos militantes, caiu e foi socorrida imediatamente por vários deles. Alguns cinegrafistas se aproximaram e uma suposta jornalista perguntou a ela quem a havia empurrado: “Foram os fotógrafos, que passaram correndo”, afirmou. Mas isso não saiu em nenhum jornal! Além dessa senhora, uma jovem foi derrubada também pelos fotógrafos, e um cinegrafista, que estava no meio do tumulto, caiu. Nenhuma pessoa que entrou para votar sofreu qualquer lesão.

Não é verdade que houve “pancadaria”. Houve, sim, o empurra-empurra típico das aglomerações, e a até agora alegação de agressão de um dos humoristas do programa CQC, que fez todo tipo de provocação e se postou (ele mesmo admite) diante do veículo onde supunha que Genoino estivesse (ele já havia ido embora àquela altura). No calor do conflito, com os ânimos acirrados, a insistência do humorista em falar com o ex-deputado teria irritado alguns militantes, o que, se ficar provado, terá sido o único incidente da manifestação.
Assinam:

Austriquiliano Lucena

Daniela Antunes

Danylo Bomtempo

Natalina Ribeiro

Marcia Barral

Sergio de Carvalho

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Tecido Social


Reinaldo Boucinhas, 67, é engenheiro e está indignado com "essa corja do PT que dominou o país". Ano passado, Reinaldo teve a carta cassada por excesso de pontos. Foi ao despachante e por R$ 1.100 em três vezes sem juros, comprou uma habilitação limpinha, sem fazer o curso de reciclagem ou passar por suspensão. "Cê queria o que? Que eu ficasse um ano sem dirigir?! Eu trabalho, queridão, sou pai de família!" No vidro traseiro de seu carro, sr. Boucinhas tem um adesivo: uma mão sem o mindinho, sob o símbolo de proibido.

Luciana Boucinhas, 33, é atriz, dramaturga e acabou de aprovar na Lei Rouanet um monólogo de sua autoria. "Istmo Holístico" arrecadará R$ 300 mil de isenção fiscal, dos quais Luciana embolsará 30, apresentando notas falsas de "despesas com transporte", arrumadas por seu namorado, empresário. "Nesse país, com arte de vanguarda, não dá pra viver de bilheteria, cara! Tô me financiando, cara! Tô financiando a arte, entendeu, cara?!"

Rafael Galhardi, 42, é empresário e tem uma fábrica de embalagens biodegradáveis. A fábrica está numa área estritamente residencial. "Pra você ver como é esse país! Você quer produzir e não te deixam! Quer dizer... Fui obrigado a pagar propina pro fiscal liberar a fábrica! É foda! Esse país é foda!"

Hélio Pereira, 55, fiscal da prefeitura e católico praticante. Confessa-se todo ano. Teme as chamas do inferno. "Mas você quer o quê? Que eu viva com o salário de funcionário público?! Eu sou só uma gota no oceano!" O padre da igreja que Hélio frequenta, felizmente, tem lhe acalmado. Com alguns pais-nossos, ave-marias e boas ações, ele jura, Hélio entrará no reino dos céus.

Padre Osvaldo, 48, vê seu rebanho diminuir a cada ano, levado pela Igreja Internacional da Assembleia Divina, duas ruas abaixo. "Gente ignorante, gente corrupta, que só quer saber do dízimo!" Semana passada, padre Osvaldo recebeu uma boa notícia. Um de seus paroquianos, fiscal da prefeitura, conseguirá cassar o alvará do templo, expulsando os infiéis para outro bairro.

Pastor Sandro, 31, é membro da Igreja Internacional da Assembleia Divina e está preocupado com esse lance do alvará. "A Igreja Católica deita e rola e ninguém faz nada, mas é o evangélico mexer um dedo que cai todo mundo em cima!" Por isso, pastor Sandro está agindo na surdina. Já falou com o Elias e o Sem Noção, seus amigos de infância, no Morro do Querosene, pra darem um susto no padre Osvaldo. "Só um susto. Vamos ver se ele recua."

Sem Noção, 31, foi morto pela PM no último sábado com um tiro na nuca, numa quebrada do Querosene. Deixou uma moto, dez pedras de crack, cinco filhos e três viúvas.

Major Augusto, 55, acaba de dar cinquentinha para que o Pedrão, do almoxarifado, libere pelo menos um.32 lá das apreensões, pra ele poder cravar um "resistência à prisão" na execução do noia. "Ó que paisinho?! Agora cê precisa de desculpa pra matar bandido!"

Antonio P., 35, é escritor e deu R$ 50 pro major Augusto, em 1999, quando foi parado numa blitz com sua namorada, Margarida, e estava com o IPVA vencido.

Margarida: tinha olhos azuis como bolas de gude e falava em viver na Itália. Que fim terá levado?

antonioprata.folha@uol.com.br
@antonioprata
Antonio Prata
Antonio Prata é escritor. Publicou livros de contos e crônicas, entre eles "Meio Intelectual, Meio de Esquerda" (editora 34). Escreve às quartas na versão impressa de "Cotidiano".
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"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)