Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Apagão 2001 - Recordar é Viver!


A Sra. Ana Paula Padrão - hoje jogando no time adversário - nos mostra o que era se viver em 2001 sob a administração fracassada do Sr. Fernando Henrique Cardoso. Mesmo sob panos quentes (*) do principal órgão do PIG - A Rede Globo - dá para se perceber o clima de descontentamento que havia. Racionamento, multas, sobretaxas, risco de corte... Um verdadeiro apagão!!! Esta é a diferença entre o que foi o Racionamento/Apagão do Sr. Cardoso e o acidente elétrico ocorrido no dia 10/11.
Na época, todo dia era dia de racionamento. Todo mundo tinha sua tabela de acompanhamento de consumo em KWh (Quilowatts-hora)... Lembram? Entretanto, eu não consigo lembrar se algum apartamento da Av. Boa Viagem teve o fornecimento cortado... Hoje, um dia depois do acidente, apesar da pressão e torcida da mídia sobre a possibilidade de um novo blecaute, está tudo normal. Os aparelhos de ar-condicionado do Morumbi podem funcionar normalmente. A TVs de Plasma e LCD da Barra da Tijuca podem sintonizar a Globo News sem problemas... Mas os chuveiros elétricos dos Bairros do Coque e Coelhos em Recife também estão funcionando... e isso já é uma grande diferença!!!!

Alô, Demotucanalhas do meu Brasil Varonil!!!!! Entenderam agora a diferença entre apagão e blecaute??? Dúvidas?? Me enviem um e-mail. Consultoria gratuita!!!!

(*) A empresária "tucana" o racionamento e o chama de reeducação... e é acompanhada pelo repórter. O elevador parado parece que é apresentado como uma oportunidade de exercícios gratuitos!!!

Momento Cômico :

"Ontem (10/11) disseram para o estagiário de Itaipu":

- Quando sair apaga tudo!!!"


2 comentários:

TERROR DO NORDESTE disse...

Giovani, parabéns pela postagem e pelo video.Abraços.

Giovani de Morais e Silva disse...

Grande abraço, Terror!

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"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)